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20 mai 12

Gastos com pet shops têm valores relevantes no Brasil e em bairros modernos como Higienópolis

por anieli

Quem tem um animal de estimação sabe o quanto é necessário dar carinho e cuidar da saúde deles. Além do básico, as pessoas mais apaixonadas por seu animal, vão além da imaginação e consomem desde acessórios comuns aos mais luxuosos. Os cuidados com o animal de estimação movimentaram cerca de R$ 11 bilhões no mercado brasileiro nos últimos dois anos, essa indústria cresce 20% ao ano, só na cidade de São Paulo, há mais de quatro mil pets shops. Os dados são da Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos para Animais de Estimação (Anfalpet).

A venda de ração domina o setor, e é responsável por 66% de todo o faturamento. Em segundo lugar, estão os serviços, como os de banhos, passeios e treinamentos, que representa 20% do faturamento. Os equipamentos e acessórios respondem por 8% e medicamentos veterinários têm uma fatia de 6%. Segundo pesquisas, os gastos anuais com produtos para animais de estimação chegam a R$ 759,00 para cães e R$ 557,00 para os gatos. Há paulistanos que chegam a gastar R$ 700 por mês com seu animal.

Hoje, existem cerca de nove mil pets shops no Brasil. Para entender a relevância desse setor, segundo dados da Associação de Produtos e Prestadores de Serviços ao Animal (Assofauna), o segmento atende a uma população de cerca de 25 milhões de cães, 11 milhões de gatos, quatro milhões de pássaros e, ainda, 500 mil aquários espalhados por todo o Brasil.

Em bairros mais nobres como Higienópolis, localizado na região central de São Paulo, passear com cachorros é uma profissão cada vez mais em alta, são mais de dez estabelecimentos com esta proposta e, metades dos pets shops já oferecem o serviço. Conheça os diversos serviços de alguns pets shops e clinicas veterinárias de Higienópolis no guia pet de Higienópolis.

 

 

16 mai 12

Refeições em restaurantes são feitas diariamente pela maioria dos paulistanos e moradores do distrito de Ipiranga

por anieli

No corre-corre e agitação dos grandes centros urbanos do país e distritos de São Paulo, comer fora de casa é comum. Dados do estudo realizado pelo Data Popular, em 2011, apontam que no Brasil, 65,3% da população costuma comer fora de casa, todos na sua maioria são trabalhadores ou estudantes.

Entre as classes sociais, o almoço é a refeição mais feita fora de casa. As classes D/E são as que mais possuem representantes que almoçam fora de casa, com 69,5%. Em seguida aparecem às classes A/B com 69,2 e, na sequência, a classe C, com 68,1%. A segunda refeição mais feita fora de casa são os lanches e o jantar é a terceira refeição.

Este hábito de comer fora de casa é muito comum em São Paulo. Pesquisa feita pela empresa Escopo Geomarketing, em 2011, mostra que, um em cada quatro moradores da capital almoçam fora de casa pelo menos uma vez por semana. Segundo o estudo, 1,7 milhões de paulistanos almoçam em restaurantes todos os dias. No caso do jantar, 40 mil pessoas em São Paulo fazem essa refeição na rua diariamente. Nos distritos de São Paulo, como Ipiranga, estão concentrados alguns pontos para refeição. Consulte o guia de restaurantes de Ipiranga e conheça estes locais.

Ainda segundo os estudos, os gastos mensais com refeições são maiores, quanto maior a renda. Nesse sentido, quem ganha até R$ 1.500, gasta cerca de R$ 10,24 no almoço. Quem ganha de R$ 1.500 a R$ 2.500, gasta R$ 13,29 e, quem ganha de R$ 2.500 a R$ 5.000, gasta, em média, R$ 16,25.

14 mai 12

Setor de hotelaria em Recife tem maior procura nos feriados

por anieli

O turismo no Brasil é um dos setores que mais cresce no país, e para suprir a demanda de turistas nos diversos estados e cidades, o número de restaurantes e hotéis tende a crescer. Segundo diretor do Departamento de Estruturação, Articulação e Ordenamento do Ministério do Turismo, existem cerca de 25 mil meios de hospedagens no Brasil e, o setor cresce 15% ao ano.

Dados do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB) informam que a taxa de ocupação média nos hotéis da nação cresceu 2,7% em 2011 e fechou o ano em 69,14%. Segundo projeção do FOHB, feita no final de 2011, até o final de 2014 deverão ser abertos 165 novos hotéis no país, o que representará uma oferta adicional de 27 mil apartamentos.

Em cidades turísticas estes números aumentam em datas como réveillon e carnaval e, a perspectiva para a Copa do Mundo de 2014 é que o número de procuras de hospedagem tenha um aumento relevante. Em Recife – PE, o carnaval proporcionou um incremento de R$ 595 milhões na economia da cidade. Esta movimentação financeira refere-se a despesas de turistas, excursionistas e moradores em itens como transportes, alimentação, hospedagem e fantasias.

De acordo com a Secretaria de Turismo, a cidade recebeu 710 mil visitantes durante os dias de Carnaval, a ocupação hoteleira no Recife foi de 95% durante o feriado. Com grande potencial turístico e forte tendência para o turismo de negócios e festas, frequentemente Recife é escolhida como sede de diversos eventos, como jornadas, congressos e festas. Consulte o guia de hospedagem de Recife e conheça os estabelecimentos da cidade em que é possível se hospedar.

 

11 mai 12

Supermercados tem índice relevante de desenvolvimento no país e na cidade de Natal

por anieli

Nos Estados Unidos os supermercados são dominantes de vendas há muito, no Brasil os supermercados começaram a surgir e se desenvolver entre os anos 40 e 60. Hoje, o número de supermercados e minimercados estão se multiplicando, em todo o país existem grandes redes e comerciantes investindo no setor de supermercados ou, até mesmo mercados menores.

O aumento de consumos das classes C, D e E é um dos fatores que colaboram para o benefício e fortalecimento dos supermercadistas. Levantamento feito pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras) aponta que, nos últimos cinco anos, os mercados de médio porte foram os que mais cresceram no país. O consumidor se torna mais exigente e tanto os hipermercados, quanto os minimercados, investem para atender as exigências destes consumidores.

Desde o seu surgimento nacional, até os dias atuais, os supermercados tem mostrado consequências positivas para a economia. Conforme a Abras, em 2011, as vendas no varejo supermercadista, no mês de maio, apresentaram crescimentos de 7,17% em relação ao mês de Abril e, 13,60% em relação a 2010 em todo país. A previsão da Abras é que tenha um crescimento no faturamento do setor, este ano, entre 3,5% e 4%.

Algumas cidades brasileiras se destacam pela economia movimentada em torno destes supermercados, como é o caso de Natal – RN. A cidade possui grande relevância na economia do estado, tendo, sozinha, cerca de 40% de todo o PIB do Rio Grande do Norte. Devido à grande quantidade de supermercados e principalmente de hipermercados, Natal é chamada pelos empresários de “paraíso dos supermercados”. Nos últimos anos, foram inaugurados vários hipermercados relevantes no país e em Natal.

Segundo a Abras e a Associação de Supermercados do Rio Grande do Norte (Assurn), comparando fevereiro de 2011 com fevereiro deste ano, a média de crescimento nacional das vendas foi de 11,58% e os supermercados do Rio Grande do Norte tiveram alta de 8% no mesmo período. Conheça e saiba ponde encontrar alguns destes estabelecimentos no guia de supermercados da cidade de Natal.

3 mai 12

Itatiba tem participação no setor moveleiro Nacional

por anieli

O setor moveleiro nacional teve um relevante avanço nos últimos anos. O aumento da construção civil e o aumento de créditos facilitados ao consumidor teve um impacto positivo nas vendas de móveis, estimulado não só as vendas, mas também abertura de novas lojas no setor moveleiro no país.

No mercado brasileiro os lojistas começaram a se dedicar em tipos específicos de mobiliário, como é o caso de móveis planejados. Empresas têm se especializado em vender móveis modulados e também em abrir lojas próprias para vender os seus produtos. Este setor em 2010 acumulou faturamento de US$ 25 bilhões.

Segundo levantamento realizado pelo Centro de Estudos Industriais (Csil), o comércio mundial de móveis vem crescendo mais rapidamente que a produção nos últimos 10 anos. Em 2008, atingiu o seu pico, registrando US$ 118 bilhões. No ano seguinte, por causa da crise mundial, teve uma queda de 19%. A partir de 2010 começou a se recuperar, atingindo US$ 107 bilhões. Em 2011, no Brasil, o crescimento foi de 7%. Para 2012 espera-se um aumento de 12% nas vendas.

A indústria nacional de móveis localiza-se, principalmente, nas regiões Sul e Sudeste, com cerca de 88% da produção, é proveniente dos Estados de São Paulo, Rio  Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Minas Gerais. O Estado de São Paulo detém cerca de 40% do faturamento e quase a metade do número total de estabelecimentos e, ainda, concentra hoje 80% da produção nacional de móveis de escritório. A indústria paulista de móveis reúne uma diversidade de empresas no setor moveleiro, que se aglomeram em diversas cidades, como é o caso de Itatiba.

Itatiba é conhecida como a Capital Brasileira do Móvel Colonial, em função das diversas indústrias do ramo moveleiro instaladas na cidade. Porém, com o tempo, a indústria tem se diversificado e produzido diversas modalidades de móveis. A economia da cidade é movimentada principalmente pela indústria. Um dos segmentos de destaque é o setor moveleiro, que é internacionalmente reconhecido. Além da fabricação Itatiba tem uma ampla disposição de lojas do setor de móveis para diversificados gostos. Conheça este diversificado mercado visitando o guia de móveis de Itatiba.